terça-feira, 3 de maio de 2011

A visita de Blake Evitt

Pelo final de fevereiro recebo alguns emails falando sobre o roteiro de Blake, o gringo sortudo, que pra minha felicidade (e agonia) passava pelo sul e a querida Floripa estava por ali. Agonia por que o período de possibilidade caía exatamente no carnaval, período que eu já havia reservado e acertado para trabalhar. Expliquei o caso, perguntei se não teria problema e pronto, la vem o gringo. Com o passar dos anos a coisa se torna mais normal, mas ainda fico impressionado com a capacidade que o Parkour tem de unir as pessoas e fica mais curioso quando se compara com outros esportes em que as pessoas se espancam e até se matam (meu momento sonhador e tendencioso). Nada a ver? Mas imagine você recebendo em sua casa uma pessoa que nunca viu na vida em sua casa, e esta pessoa vai embora e você se despede como se fosse amigos de anos. Então, no meio do Parkour isso acontece 99% das vezes e recebemos visitas com certa frequencia.

Link do post em Florianópolis: http://making-the-jump.blogspot.com/2011/04/parkour-in-florianopolis.html

Nos emails eu não tinha entendido muita coisa sobre pesquisa de Blake, tentei entender mil vezes sobre a pós-graduação dele. Foi complexo porque ele comentava das coisas com naturalidade e eu não fazia idéia do contexto educacional dos states, aprendi então algumas coisas e alguns temas como: faculdade X pós, academias de musculação gringa X brasileiras, atleta da faculdade X atleta "bolsista" da faculdade e a coisa mais curiosa sobre o Blake é que ele se lançou pelo conhecimento do Parkour fora do seu país e, na verdade, ele respondia sinceramente que não tinha muita informação para nos fornecer sobre o contexto norte americano do Parkour pois aprendeu, de fato, na europa. MUITO CURIOSO que o cara visitou mais de dez países, estudando o cenário do Parkour, e ainda vai poder chegar em casa e fazer o mesmo, conhecer tudo "do zero". [Aqui eu havia digitado algo sobre a mudança do cenário do Parkour no mundo e os frutos da luta de muita gente mas vou deixar a idéia para reflexão]



Fiquei triste por não conseguir levar ele em muitos lugares e conhecer os praticantes daqui, eu estava estudando de manhã e trabalhando a noite na academia, aos finais de semana trabalhava na praia com a iniciação ao surfe, mas creio que a experiência tenha sido positiva.

Blake, ex-atleta bolou um projeto, enviou e ganhou, merecidamente, uma viagem pelo mundo para aprender e estudar o Parkour, esta viagem está rendendo conhecimento não só para ele mas para todos nós.

http://www.making-the-jump.blogspot.com/

segunda-feira, 14 de março de 2011

O polimento do movimento

Gostaria apenas de recomendar este post do amigo Racha que fala sobre o polimento do movimento e o trabalho de "toque".

http://rachacuca-pkmax.blogspot.com/2011/02/o-polimento-do-movimento.html

http://rachacuca-pkmax.blogspot.com/

Abraço

terça-feira, 8 de março de 2011

A estratégia da mente vazia.

Já ouvi muitos tracers dizerem que não se deve ter nada na cabeça antes ou durante um movimento “importante”. Ouvi também coisas sobre esvaziar a mente, estratégias para esquecer o medo. Quero trazer a este tema para discussão caso alguma das minhas definições sobre o assunto forem, de alguma forma, contestadas – o que eu espero que aconteça.
Partindo do termo “movimento importante” dito anteriormente: É fácil interpretar que estamos falando de algum desafio ou muitas tarefas simples para se executar em um mesmo percurso. Eu considero que a soma de tarefas simples resultem em uma situação muito complexa para lidar, mas o mais importante é saber que uma tarefa simples não consiste em um movimento menos importante, até mesmo porque 80% dos relatos que ouço sobre lesão acontecem em situações bobas como caminhar, saltar 70% da distância máxima – no caso, relatos de tracers experientes.
Amigo, a sua lesão conquistada nos primeiros 8 meses de Parkour apenas constata a sua pressa e falta de metodologia no treinamento. O motivo dela provavelmente foi por falta de base em seu treinamento e/ou falta de habilidade. Não há como contestar o fato de que o Parkour não pode ser praticado sem que a pessoa passe por algum tipo de treinamento. Isso me faz lembrar de tracers experientes que tiveram base em artes marciais, ginástica olímpica, judô, taekwondo e tracers que tiveram base em “coisa nenhuma” a única coisa que os motivou foi de fato o Parkour. Ok, mas este é tema para outra discussão.
Voltando à situação momento em movimento, seja desafio, percurso atarefado e devo classificar como PRINCIPALMENTE tarefas simples a sua mente não pode estar vazia, pois isso caracteriza negligência com seu próprio corpo. A mente deve estar focada e alerta. Para aqueles que não olham para baixo – em um lugar alto – eu perguntaria: por que é que estão deixando de avaliar os riscos? E para aqueles que apenas olham para baixo eu pergunto: qual o seu objetivo afinal?

Uma mente seletiva e focada sabe o que ela deve captar de cada momento.
Faça o teste: Experimente descobrir o que, de fato, sua mente capta de algum movimento seu. Execute uma corrida de passadas largas (alguns chamam de stride) com o foco de acertar a passada e fazer alguma precisão após corrida (running precision). Agora faça a mesma tarefa com o objetivo de recolher o máximo de informações do movimento, tente captar/sentir cada fase do movimento que você estará desempenhando. Compare o que consegues recuperar na memória sobre o stride+precisão e o stride+sentidos. Eu diria que uma habilidade bem dominada é o resultado de alguns milhares de horas de um movimento captada/sentido desta forma. (Malcolm Gladwell?)
Alguém habilidoso é aquele alguém que praticou muito. Praticou de forma correta, soube dar a si o feedback adequado, soube estudar o movimento. Mas para isso é preciso se conhecer.
E, finalmente, cheguei no tema do post que é saber desligar-se de tudo aquilo que importa para você de alguma forma, mas que não é nem de longe importante para o teu treinamento. Esse sim, é um GRANDE desafio! Mas considero também uma excelente terapia. Fica menos abstrato se eu exemplificar: pessoas olhando, namorada assistindo, todos olhando no dia de um encontro, fone de ouvidos (esse pode ser positivo ou negativo dependendo muito da pessoa, mas é indiscutível que você perde o feedback do som (extrínseco) que o teu movimento produz).  Todas estas situações podem ser encaradas e usadas como um teste futuramente para você, mas são agentes que atrapalham a aquisição de uma nova habilidade ou podem agravar os riscos em um desafio qualquer.
Estes são meus argumentos contra o termo “mente vazia” e a favor de uma mente conscientemente seletiva. Você pode dar o seu melhor ou ser preguiçoso, fazer o que quiser ou da forma que quiser, mas sempre sofrerá as conseqüências de cada escolha.


Não perca a oportunidade de observar a expressão facial e o olhar de alguém muito bom em qualquer coisa. Eu vejo sempre a serenidade, pouca ou quase nenhuma expressão. Mesmo dominando o próprio corpo no movimento – tornando tudo previsível para ele - não perdem o foco por nada, pois sabem que subestimar o risco seria o início do erro.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O Ciclo para evolução




Desde que decidi registrar aqui apenas coisas que julgo ser realmente importante e relatar o que eu tenho vivido para o âmbito profissional simplesmente não postei mais.
Não foi por falta de acontecimentos e oportunidades de aprender, muito pelo contrário. Ano
passado pude conviver algumas semanas com Thomas, Kazuma e o pessoal do GT, aprendi muito com todos! Recentemente tive a oportunidade de fazer o curso ADAPT da Parkour Generations e Majestic Force, conheci Dan, Stephane e Blane e mais outros monstros brasileiros. Dois meses após o ADAPT tive a oportunidade de fazer o curso de instrutor de Surf e esta foi minha principal atividade dos últimos 4 meses. Não vejo jeito de relatar o que aconteceu de forma construtiva em uma postagem só, então a cada post vou tentar comentar o que acho relevante e pertinente de cada uma dessas vivências.


Bem mais de um ano sem postar absolutamente nada, venho falar sobre o processo de compreensão. Instruir, ensinar, aprender e compreender têm sido, e continuará sendo o meu principal tema de reflexão.
Em sequência e em tópicos: OBSERVAÇÃO, MOTIVO, PRÁTICA, REFLEXÃO.

OBSERVAÇÃO


Antes de qualquer instrução específica de movimentação do Parkour, este é um dos formatos que eu acho mais positivo para a iniciação de qualquer pessoa à pratica / ao treinamento. Com pouco esforço podemos perceber que a observação se faz muito necessária no Parkour. Não por nosso método de treinamento ser tão especial assim, na verdade, esportes individuais ou de aventura e até os ditos esportes radicais (que tanto tentam classificar o Parkour) necessitam muitíssimo de observação pois é esta que vai nos fornecer todas as informações necessárias para a avaliação de risco e tomada de decisão.

MOTIVO


Ora, a avaliação de risco e a tomada de decisão passam por um processo totalmente influenciável por duas variáveis: O motivo e a motivação. Para que executar este movimento/percurso? Quanto você deseja/precisa para passar por isso? O motivo pode ser modinha, superação, ego/impressionar alguém, evoluir, ficar mais habilidoso. A motivação também é alterada em função desses fatores mas o nível dela varia de pessoa para pessoa em cada tema. O fato é que estes dois atuam diretamente na avaliação de risco e muitas das vezes distorcem a realidade, para mais ou para menos. Alguém que se imagina muito capaz para uma situação se livra dos obstáculos psicológicos mas sem experiência pode estar sendo negligente com a aptidão física do corpo que não envolve apenas força mas domínio motor. Outros muitos que não tomam conhecimento da sua força ou de que aquele treinamento de tantos meses já condicionou seu corpo, têm um desafio mental que eu classifico como muito maior do que a fase apenas física.

PRÁTICA

A prática pode ser interpretada como de um momento ou como diária, mas vale lembrar que tentar apenas alguns movimentos de vez em quando não te faz um Praticante/Traceur. A prática no âmbito da execução do movimento ou realização de percurso (entendam como quiser) chega após o processo de observação e motivação, mas eu não acredito que seja apenas por esses, e muito menos que seja tão simplificado como estou apresentando. Considero isso apenas mais um passo para a compreensão do Parkour. Hoje não procuro separar tanto o Parkour de outros esportes individuais porque por muito tempo acabei por endeusar a prática/modalidade/método de treinamento e fazer dela tão especial na minha cabeça que distorcia outra vez a realidade e não pude notar o que realmente o PK traz de especial. Enfim, a prática então se resume no resultado do processo mas não o fim dele. Considero o ponto final (que não é exatamente final, pois o processo é cíclico logo após a reflexão passamos para a observação novamente)..

REFLEXÃO


A reflexão depende de todos os outros tópicos, e ela vai estar ligada à quantidade de erros e acertos ou nível de plasticidade ou não que você atingiu no prática, ligada à motivação que antecedeu e esteve presente em cada momento da prática, ligada ao motivo de se estar inclinado a praticar e ligada também aos riscos que o ambiente ou até o seu estado clínico do dia oferece para a prática. Na hora da reflexão, tudo isto tem que vir à tona. Você precisa saber resgatar estas informações, talvez seja melhor ainda aprender a armazenar estas informações. Porque é que quem só pensa em “ficar bom rápido” acaba por ficar mais travado do que até quem pratica por lazer? Porque acabam lesionados em tão pouco tempo? Me respondam por favor. A fase de reflexão pode ser interpretada como forma de auto-avaliação através do seu senso crítico e só pode ser utilizada pelos humildes e corajosos porque estes estão mais próximos de saber quem são. Coragem e humildade mesmo, são características que eu achei em todos “monstros” que conheci do Parkour. Gringos ou não.


Agradeço a Luiz martinez e João Onii pela revisão
E especial pra minha namorada Maylli pela correção. Te amo!!

sábado, 20 de junho de 2009

Quem sou eu:

Pretendo com esta postagem deixar de fazer um blog apenas para os amigos que me conhecem e fornecer algumas informações sobre mim, o que eu pratico e objetivo. Evitei ao máximo este tipo de postagem que direciona muito à autopromoção, apesar de eu não enxergar como uma coisa ruim. Para qualquer dúvida que venha a surgir:

Não me vejo como alguém importante ou melhor que alguém. Eu desejo sim que a maior quantidade de pessoas possível leia este post, apesar de não ser muito acessado. Desejo sim, ser reconhecido como um bom praticante de Parkour e, se assim merecer, servir de exemplo e inspiração para os colegas. Também quero usar este blog para divulgar meus trabalhos sobre melhorias no treinamento físico para Parkour.


Nome: Kalebe Paiva Silva
Idade: 22 anos
Peso: 79kg
Altura: 1,72m
Profissão: Estudante
Práticas: Surfe, Sandboard, Skate
Treina: Parkour e Atletismo



Partindo do que é relevante, aos 16 anos conheci o surfe e minha vida passou a ter uma relação muito íntima com o mar. Durante o meu progresso e evolução no surfe passei a observar mais a natureza, admirar, respeitar e absorver tudo que podia para meu crescimento. Mudei pra Imbituba pelos 18/19 anos e tive um contato maior com a natureza e o surf, só que agora sem amigos e passei a levar o esporte como forma de treinamento, nessa época acabei conhecendo o Parkour e percebi que os praticantes eram muito fortes, inclusive dos membros inferiores e abdômen, era tudo o que eu queria para obter mais resultados no surf, eu já havia adotado um treino de flexibilidade pra alcançar a borda da prancha com as duas mãos enquanto executava o aéreo. (acho que já postei sobre o que me interessou o Parkour).



Até enxergar essa parte de força de quem pratica Parkour eu não enxergava muito sentido em sair pulando por aí e dizendo que é um esporte, apesar de achar muito foda as edições do esquilo, que na época postava no videolog. ( meu, nem existia flashplayer!! Era em wmp, demorava litros) Passei pela prova de fogo, entrei no blog do akira na época, achei um lixo o blog, mesmo sem conhecer a figura, mas a parte boa é que tinha lá o link pro site da ABPK e entrei no fórum e passei a ler e postar coisas empolgadas como todo moda que quer começar. Normal, passei a freqüentar o parkour.net, refletir sobre o altruísmo, o objetivo do Parkour, não ter competição, enfim, o quanto eu poderia crescer com ele além da parte física. Nessa parte é legal lembrar do blog do Beto (soilwork) e do blog “parkourbr”.

Pelo final de 2006, Erwan e Thomas vieram pro Brasil mas acabou que só o Erwan veio pra Floripa e pude participar de alguns treinos do Método Natural interpretado por ele, o que me trouxe muita inspiração e admiração pelo nível do cara. Claro, nessa mesma viagem conheci o Nikolas, Esquilo, Matheus. Após isto, resolvi me mudar pra Floripa para fazer cursinho pré-vestibular (agradecimento especialíssimo ao Renato, (L), que me deixou morar no ap dele enquanto não arranjava lugar), isso pelos quase 20 anos, entrei então numa pressão bem grande que me dificultou um bocado de evoluir, não só no Parkour, mas em outros aspectos, o que resultou em um grande aprendizado.


Final de 2007, 3º Encontro Brasileiro de Parkour, Fui viajar com o amigo Esquilo e com um tal de Luiz Martinez que eu não conhecia. Mentira, ele postava no ABPK, mas na época não liguei o nome a pessoa. Essa viagem foi foda de mais, fiz muitas amizades, conheci pessoalmente o Alberto e muitos outros Tracers de respeito. Percebi o quanto era importante um encontro, o quanto é possível se aprender em tão pouco tempo, e que o encontro se faz nos dias anteriores à data marcada, por que no dia mesmo ta todo mundo morto e só vai brincar. Lembro desde o Freeva agarrando o esquilo no primeiro dia, o passeio com o cyborg Santigas por uns picos, Conrado abusando de suas habilidades de mestre na árvore, Leo na barra, Miih com aquela cara de “saí do mato agora” (não fui com a cara dele na época huehue), Duddu e Edi voando nos SDCs e enfim, todas aquelas pessoas com o mesmo espírito que você e trocando experiência, foi demais.



Depois desta viagem, eu entrei num bom foco e passei a evoluir de forma mais constante, o Luiz passou a ser um grande amigo, o que rendeu muitas viagens Floripa-Curitiba e vice-versa, muita palhaçada e conversa séria sobre as coisas que nos interessam da vida e do Parkour. Inclusive a vinda dele com o Johann Vigroux aqui para minha casa e fizemos uma trip-surf-aventura para imbituba lutando contra mosquitos mutantes e o dilúvio. E, mais uma vez, pude conversar e aprender muito. Não era pra menos de alguém que esteve tão próximo dos “original tracers”, se é que não da pra chamar ele de um dos.

Trips pra curitiba:





Não sei a data, mas conheci o João Onii e passamos a treinar juntos, eu ele e Juca apenas, se não me engano, na época eu não esperava que fosse dar tão certo. Mas tudo que queríamos era evoluir. Não tinha muito que conversar, nos encontramos por um bom tempo nas americanas, fórum e praça do Pida. Surgiu a idéia de criar um grupo focado em iniciar e direcionar iniciantes marcando treinos aos sábados, como era em Brasília, mas no nosso estilo de treinar Parkour - nada contra os amigos de lá, admiramos muito só que cada um tem seu estilo de treinar. Foi criado o PKSC, Parkour Santa Catarina, www.parkouremsc.blogspot.com . Tenho muito orgulho deste projeto que não demorou muito pra contar com a ajuda e participação do Nikolas, assim que voltou dos EUA com toda a bagagem que trouxe do encontro que participou em Ohio com boa parte do grupo Parkour Generations. ( www.parkourgenerations.com ).




http://www.orkut.com.br/Main#AlbumList.aspx?uid=3464343642099284229 - Mais fotos.



Participei também da Virada Cultural de São Paulo, junto com o João Onii viajamos para São Paulo onde encontramos muitos outros Tracers experientes (monstros) onde tivemos alguns desafios e diversão. (agradecimento ao Jean Wainer, G1).



Luiz e eu alimentamos a idéia de realizar um encontro sulista, Nikolas e Eu viabilizamos o encontro em Florianópolis. Encontro Paraná, Santa Catarina e Gaúchos – na prática recebemos mineiros, cariocas, paulistas também o que foi um prazer. Engordei um bocado nessa organização, recebi 16 pessoas só na minha casa (pretendia receber uns 5 acho huahua), mas foi excelente! Muita diversão e confraternização, aproveitamos o ambiente de Jurerê internacional e as pedras da praia de Jurerê conforme o proposto na chamada do encontro.


http://www.orkut.com.br/Main#AlbumList.aspx?uid=3464343642099284229 - Mais fotos.

Chamada do encontro:

Video do encontro:



O último evento que participei foi o 3º Encontro Gaúcho, extremamente bem organizado e pude conhecer os monstros e picos do sul. (agradecimento Mairus, Allan e galera de Santa Maria)




É isto, próximos encontros: São Paulo – Brasil-França, Partour Brasília.

Hoje estou no curso de Educação Física – UDESC, treinando Atletismo sonhando em competir no Decatlon e me preparando para isto. Pretendo aprender algum tipo de luta, ainda não estou decidido :S. Continuo surfando num ritmo muito menor e nível menor. Mas todo tipo vivência e prática esportiva é bem vinda pra mim, pois todas elas somam de certa forma no meu Parkour.



No meu caminho conheci pessoas e monstros importantes, mas que é muita gente pra citar e eu me complico se tentar falar todos por que minha memória é meio ruim. Mas isso inclui: Lambão, Bisão, Danilo, Rachacuca, Daniel, Titi, Fábio, Artur, Rafa, Leo, Pulga, Rodrigo, Ander... Não lembro mais quem citar. (a cada vez que vejo esse parágrafo eu lembro de um nome, que agonia eterna)



Agradeço a todos que contribuiram para meu crescimento e evolução.
Abraço a todos, espero ter acertado as datas.
Muita evolução a todos!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Visão útil

As pessoas gostam de fingir que a violência e as situações bizarras só acontecem na televisão ou longe da rota segura que firmaram dentro da sua rotina diária. Claro, não se deve reagir em certas situações, mas é fato que existe um leque de outras situações que uma pessoa bem condicionada e preparada pode ajudar alguém ou se salvar. Não é neurose, é a realidade. E a escolha é de cada um: ser apático, mole e inerte diante de injustiças ou desastres nos quais qualquer pessoa forte, corajosa e altruísta pode ajudar ou agir. O Parkour proporciona interação com ambiente, diversão e evolução e isso é ótimo. Não esqueçamos que neste processo estamos brincando de ser útil basta estar disposto e atento. Eu gosto da visão utilitária eu gosto do espírito altruísta e não treinaria parkour se fosse apenas mais uma prática de pular muros.


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Mental WARning - There is a war going on for your mind

Para aqueles que possam se interessar no Parkour
Para aqueles que querem praticar

Eu fiz este video para serve como um aviso e mensagem de boas vindas à esta "guerra".

Selecionei algumas cenas que serviram de desafio pra mim de alguma forma. Espero que gostem

Abraço e bons treinos



quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Antigas metas

O grande motivo de iniciar o Parkour, 2 anos atrás já ( parece que foi ontem, frase de velho hahá), eu percebi que quem treinava era muito forte e queria força abdominal e nas pernas para melhorar o desempenho no surf pois nele você passa a maior parte do tempo remando para voltar pro outside, furar onda e escolher a onda do que de fato surfando (é meio óbvio). Esse objetivo eu posso dizer que alcancei, na verdade alcancei mais que isso, e meu foco mudou de lá pra cá o Parkour virou meu foco e o surfe auxiliar, e eu gosto assim. Surf pra alma e Parkour pra mente.
Eu não busco certa satisfação, fazer tal coisa e ficar feliz, isso limitaria meu crescimento. De lá pra cá eu cresci muito mas sinto meu corpo em desequilíbrio porquê eu não parei de treinar as partes que já eram fortes, pelo contrário. Nesse sentido resolvi mudar a proporção de treino, focar novamente no abdomen e resistência.. pra melhorar meu desempenho em técnicas que já domino.

Depois de um tempão ensaiando eu comprei um punchbag. Bom, primeira semana devo me divertir com ele todo dia mas depois que passar a euforia do brinquedo novo eu vou intercalar, um dia ou corro outro eu treino no saco.

Fiz o primeiro treino hoje e realmente é o que todos falam, esse bagulho desestressa!
3 mins de pulos como se fosse de corda (pq n da pra bater corda no meu quarto)
5 mins movimentando e socando e volta para os 3 mins de pulos.

Até fechar 20 mins. Suei bastante e foi mais do que eu esperava.

Nova diversão agora é achar aprender técnicas e sequencias legais pra treinar com o saco.



...e continuoo editando... aaaaaaahhhhhhhhhhhhhr! hauah
abraço